Uma das coisas que chamam bastante a atenção é de que: O brasileiro é um dos principais consumidores de videogames no mundo, se não me engano, deve ser entre os três primeiros ou quatro primeiros, seja de PlayStation 4 ou Xbox One, os famosos consoles, ou então em seus PC’s. Enfim, uma outra coisa que a gente sabe também é de que, alguns gêneros funcionam muito bem para o consumidor geral, alguns deles são de: Ação, Aventura, Esporte (Futebol) e Fps (Como o Call of Duty, Pubg, etc.). Mas um deles chamam a minha atenção sobre o porque não funciona, e na maioria das vezes, nem vende direito, que é a temática de Futuro, ou temática futurista.

Como assim? O conceito futurista na sua grande maioria consiste em sempre serem jogos onde temos equipamentos futuristas, raças de alienígenas convivendo com os humanos no espaço ou na terra, e até mesmo sobre tecnologia, como robôs por exemplo, ou uma sociedade que convive com os robôs, que é o caso de Cyberpunk 2077, que chega em Novembro deste ano. Mas a questão aqui é de: Porque o jogador brasileiro não gosta de jogos futurista?

Bem para tentarmos responder essa questão, ou mostrar alguns fatos, a gente tem que ver aqui, no nosso cenário, o que o jogador brasileiro está acostumado, então, segundo uma lista do Youtube sobre os jogos que são mais procurado ou vistos na plataforma, temos sempre FPS, casos como Counter-Strike (O famoso CS), ou um MOBA como o League of Legends ou então até o GTA V. Mas aí você se pergunta, cadê um Halo, ou um Mass Effect ou então um Dead Space?

Bem é isso que eu queria entender, pois, para quem não conhece, Halo é o principal, ou um dos principais exclusivos da Microsoft/Xbox do seu console, e a grande maioria dos brasileiros, ou nunca jogou, ou nem se quer quis jogar, por ter o estigma de futurismo. “Jogo futurista? Ah, eu odeio jogo futurista”. Um outro exemplo também de que o público brasileiro não gosta de jogos futurista foi quando o Call of Duty foi para as épocas a frente do nosso tempo, como o Advanced Warfare, que, uma grande maioria parou de jogar COD, é só voltaram agora com o lançamento de Warzone.

Eis o que eu penso: acho que o consumidor brasileiro não está acostumado a esses jogos, como Dead Space e afins por puro costume de preferirmos sempre um jogo de futebol ou de corrida, ou então de ter um apreço a mais ao nosso presente, como em conflitos de guerras, ou então de um cara aventureiro que vai atrás de tesouros e etc. Pois ,quem nunca se imaginou sendo um Nathan Drake em Uncharted?

Enfim acho que o grande motivo seria isso, uma falta de costume ou até mesmo um desinteresse coletivo, motivado simplesmente por nunca terem testado, pois, nunca tiveram alguém para recomendar ou até mesmo nunca pesquisaram sobre, pois, diferente de nós, os estadunidenses tratam esses jogos com respeito, tanto que, tem até competições online de Halo lá.

Uma outra coisa que é interessante de citar é de que: O quão futurista um jogo precisa ser? Um exemplo que dou é sobre Apex, que para quem não sabe, é feito pela mesma empresa de Titanfall 1 e 2, a Respawn, e esse também é um jogo que não pegou um grande público aqui no brasil, por alguns considerarem futurista, só que, diferente de tudo, eu não acredito que seja um jogo tão futurista assim, ele tem uma pegada pé no chão, sem que tenha um pulo duplo vertical ou estilo parecido. Mas mesmo assim, ele tem algumas coisas futuristas, mas são tão poucas que, parecem que se misturam de forma orgânica.

Mas creio que, com a chegada de Cyberpunk 2077, as coisas deverão mudar, eu sinto um potencial em cima deste game, por mais futurista que ele possa ser, ele faz essa mescla que comentei no parágrafo acima, ele ainda manterá uma pegada de realismo, mesmo que pouca, para se misturar com o futurismo.
Mas enfim, como sempre, são devaneios e pensamentos deste escritor que vos fala, mas e você, gosta de jogos futurista? Qual a sua opinião sobre? E se não gosta, me diga o porquê nos comentários abaixo.
Por: Lucas Barbosa
