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Crítica | Soul

Em 2019, quando a Pixar anunciou o filme Soul, no primeiro momento ele não tinha me chamado a atenção, pois, por ele ser uma animação e naquela época eu não me importava em ver muitas animações nos cinemas e etc. Bem, o filme estava marcado para estrear em 2020 nos cinemas e o filme iria passar despercebido, pois, iria ter outros lançamentos naquele ano, mas, aconteceu a explosão de casos do Coronavírus no mundo (que está até agora) e o filme foi parar no Disney+, com estreia para o dia 25 de Dezembro de 2020. E ainda bem que foi parar no Disney+ pois se não eu iria perder aquele que é para mim, a evolução da Pixar em animação.

Pois bem, eu falo em evolução da animação da Pixar, pois, desde do seu último lançamento, que é o filme Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica (Onward, nome em inglês) eu não sentia uma evolução nas produções da Pixar, como foi no caso de Toy Story 3, que para mim está no meu top 5 de animações da Pixar. Mas agora, com o Souls, eu consigo ver essa evolução nas próximas animações, pois, com uns 20, 25 minutos de filme pareceria que eu não estava vendo um filme animado, mas sim um Live-Action, mais precisamente nas cenas iniciais com o professor de música Joe Gardner. Mas ok, sobre o que se trata o filme? Calma jovem, irei explicar agora, mas é claro, sem spoilers: Como falado em cima, Joe Gardner (Jamie Foxx) é um professor de música do ensino médio que sonhava (e ainda sonha) ser um grande astro de Jazz, e depois de anos tentando a sorte, ele finalmente conseguiu após impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Clube. Mas, no caminho para a casa dele, ele sofre um acidente e ele vai parar no “Além vida” onde ele encontra a Aluna 22 (Tina Fey) e é aqui que o filme começa a emocionar o público em seus três atos.

Na imagem: 22 (Tina Fey) e Joe Gardner (Jamie Foxx).

Soul é muito mais do que um filme divertido de animação, ele é um filme onde ele te coloca a simples pergunta, que é feita no filme: O que é a vida para você? E é nisto que o diretor Pete Docter tenta responder para você, para mim e para os próprios personagens: Joe e 22. Pois, os dois tem visões sobre o que é a vida muito diferente, e a cada cena é nos mostrado mais sobre, sobre o porque a 22 é as vezes temerosa em querer aprender mais e sobre o porque Joe tem a sua obsessão em querer realizar o seu sonho de criança. Em três atos do filme, a gente vê Joe entrando em um estado de negação sobre sua “Morte” para chegar no último ato e simplesmente chorar sobre a mensagem que ele passa sobre a vida, isso sem contar as várias mensagem que se é passada nos três atos do filme, que vão desde de negação até de obsessão e depressão.

Na imagem: 22 e Joe (Cent.) e dos lados os “Zé’s”.

E voltando lá em cima do texto, quando eu falei sobre ser o melhor filme que eu já vi, cara Soul tem tudo para ser a melhor animação que eu já vi, por conta da simplicidade em querer mostrar sobre que a nossa vida ela pode ser a melhor coisa que a gente tem, em querer mostrar sobre como as pequenas coisas do dia pode nos fazer felizes e agradecer sobre viver aquele dia. Soul é sobre mostrar que a gente pode ser feliz com as pequenas coisas. Enfim, se fosse para mim definir Soul em três palavras seriam: “Respostas da vida”. Porque realmente, Souls é muito mais do que um filme, ele é um descobrimento de que a sua, a minha vida ela tem cor, basta a gente descobrir o que é essa cor e sobre como a gente demonstra ela no dia-a-dia.

Por: Lucas Barbosa

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