Categorias
Games Pc PlayStation 4 Xbox One

Crítica | Celeste

No último texto de crítica, disse que, nesta época de quarentena o que não falta são games para se jogar né. Pois bem, neste meio tempo que irá zerando o The Division 2, um outro game me chamou a atenção para jogar, já que estava na minha biblioteca. É curiosamente Celeste era um deste jogos que tenho na biblioteca e por que não jogar né, já que o jogo já havia sido recomendado há algum tempo para mim, mas não tinha surgido a oportunidade de comprar ele, ainda bem que a Epic Store disponibilizou ele de graça durante um tempo né.

Pois bem, antes de tudo, eu devo falar para vocês que Celeste não é simplesmente um jogo qualquer de plataforma, muito pelo contrário, ele é uma experiencia que você deve vivenciar, principalmente pelos temas que o game trata de maneira única e que você não entende muito bem no início, mas, na terceira fase do game você a entender como o jogo traz e fala sobre temas como: depressão, ataques de pânico e até mesmo sobre pressão familiar.

Umas das cutscene com a “Vovó”

 Bem, mas quem são os personagens ou como funciona. Você controla uma garota chamada Madeline que, o objetivo dela é subir a montanha Celeste (Observação, essa montanha existe de fato e ela é localizada no Canadá), ela não tem um motivo aparente do porque subir essa montanha, mas o objetivo dela é fazer isso. Chegando lá, ela encontra uma senhora que diz a ela que essa montanha tem: “poderes especiais” e que ela “não estaria preparada para os acontecimentos da montanha” é bem, a Madeline não dá ouvido a isso e o jogo começa quando uma ponte cai e a Madeline descobre o poder dela, que é o de dar Dash para qualquer lado.

E assim, pode parecer besta esse resumo ou até mesmo não se convencer de jogar o game, mas vai por mim, ele não é um jogo comum, pois ele trata os assuntos como ataques de pânico muito bem, tipo, tem até uma cena que você vivencia um ataque de pânico da protagonista, e sem contar que, no meio do game, você começa vivenciar os auto descobrimento da personagem, e porque não do seu próprio auto descobrimento né. Sério, além da facilidade do game em tratar esses assuntos comentado em cima, também tem aquela emoção em passar ou concluir uma fase do game, pois, como ele é de plataforma, ele tem uma dificuldade que pode te deixar com raiva, mas, depois que passa, você tem aqueles momentos de felicidade. É sem contar também a trilha sonora do game, que conversa muito bem quando o game trata os assuntos de depressão ou ataque de pânico, tanto que em uma das fases, uma das musicas que toca ao contrário, fala como é difícil de lidar com pressões e você não se sentir feliz com você mesmo.

A frase do game, onde toca a música ao contrario, chamada de: In The Mirror

É cara, a fase final do game é facilmente uma das melhores fases finais de um jogo que eu já joguei em toda minha vida, porque depois de tudo que acontece no game e vivencia, simplesmente você chega na fase final é você mesmo é convencido de que consegue chegar e alcançar a meta da Madeline, que é de simplesmente escalar a montanha. Sério, depois disto tudo, eu entendo o do porque o game ter ganhado o The Games Awards de 2018 como “Melhor Jogo Independente” é de “Jogo Mais Impactante”.

É bem, acho que foi o que deu para falar de Celeste sem spoilers, eu facilmente dou uma nota 10 pro game, pelo simples fato de que ele não é um game que você zera e esquece dele, não, ele é um game que sempre que te falarem, você lembra é fala “Ahhhhh, esse jogo é mais do um jogo”.

Por: Lucas Barbosa

Deixe um comentário

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora